Qual o impacto da inadimplência na reputação da empresa?

Saúde Financeira
inadimplência

Quando se fala em inadimplência, é comum pensar nas dívidas de pessoas físicas. No entanto, esse assunto também é relevante para a saúde financeira das empresas — e a má reputação nesse quesito interfere até no sucesso do negócio.

Sem acesso ao crédito, o empreendedor está sujeito ao acúmulo de dívidas, que podem levar à falência da empresa. Além disso, vários são os problemas acarretados. A dificuldade de honrar os compromissos no prazo e a possibilidade de ter até o CNPJ negativado corroem o lucro e acabam com qualquer chance de investimento.

Para entender melhor a relação entre esses fatores e compreender por que sua empresa deve evitar os débitos em aberto, neste post vamos explicar melhor esse conceito, qual é o cenário atual, como essa situação impacta os resultados e de que maneira afeta a reputação. Confira!

O que é inadimplência?

O Dicionário Michaelis Online define essa palavra como “descumprimento de um contrato ou de qualquer obrigação; descumprimento, inadimplemento”. O conceito é válido tanto para pessoas físicas quanto para jurídicas — porém, as implicações são diferentes.

Para o ambiente corporativo, a inadimplência é um risco a ser evitado. Muitos são os motivos que geram essa situação. A principal é a crise financeira, que aumenta o desemprego e faz as pessoas deixarem de pagar seus débitos em aberto. Por consequência, a empresa deixa de ter tanto recurso em caixa, o que dificulta o pagamento de fornecedores.

Perceba que essa situação é decorrente de um ciclo. Quando o consumidor deixa de quitar suas dívidas, fica inadimplente e aumenta as chances do negócio também entrar nessa situação. Porém, o descumprimento dos compromissos também pode ser ocasionado por outros fatores, especialmente a má gestão financeira.

Nesse caso, o empresário ignora o fluxo de caixa, mistura contas pessoais e corporativas, realiza investimentos sem planejamento suficiente etc. — todas essas situações levam ao inadimplemento. Em outras palavras, as más decisões, a crise financeira e as dificuldades da economia contribuem para um contexto negativo das empresas.

A consequência são reflexos no fluxo de caixa de empresas de qualquer porte e área. Com o tempo, a empresa deixa de ter capital de giro suficiente para manter suas operações, começa a acumular dívidas e enfrenta problemas para negociar com os fornecedores.

Qual é o cenário da inadimplência das pequenas e médias empresas?

Pode até parecer que as empresas não precisam de crédito no mercado, mas você já deve saber que essa está longe de ser a realidade. Para você ter uma ideia, o Brasil terminou o ano de 2018 com 5,305 milhões de micro e pequenas empresas inadimplentes.

O dado apresentou uma alta de 7,5%, se comparado a 2017. Além disso, esse foi o segundo maior resultado da série histórica, tendo ficado apenas atrás de setembro de 2018, quando havia 5,327 milhões de micro e pequenas empresas na mesma situação.

Na ocasião da divulgação dos dados, o vice-presidente de Micro, Pequenas e Médias Empresas da Serasa Experian, Victor Loyola, destacou: “Além dos fatores econômicos, este alto patamar de inadimplência também tem relação com a dificuldade das micro e pequenas empresas em administrar a saúda financeira dos negócios”.

A fala de Loyola evidencia o que foi destacado anteriormente: a má gestão financeira interfere na manutenção de um bom histórico de pagamentos. Em relação às regiões, a maior alta foi no Sudeste, que apresentou 9,8% quando comparado a 2017. Em seguida, apareceram:

  • Sul: +6,5%;
  • Norte: +5,8%;
  • Centro-Oeste: +5%;
  • Nordeste: +2,4%.

Quando são analisados os estados, o maior nível de inadimplência ocorreu no Rio de Janeiro, com alta de 14,4% no período analisado. Em segundo e terceiro lugares surgem Amapá, com 12,4%, e São Paulo, com 10,1%. As únicas unidades da federação que registraram queda nesse índice foram: Piauí (retração de 2,1%), Rio Grande do Norte e Alagoas (ambos com diminuição de 2%).

Por fim, quando analisamos os segmentos de negócio, o de serviços foi o mais inadimplente. Esse setor representou 47,8% do total das empresas endividadas. A indústria ficou com 8,4% de participação e o comércio com 43,4%.

Demanda das empresas por crédito

Estar com débitos em aberto implica redução da procura por crédito — afinal, as empresas deixam de ter empréstimos e financiamentos aprovados. Foi exatamente isso que aconteceu em 2018. Os dados da Serasa Experian revelam que o recuo chegou a 3,5%. Esse foi o quarto ano consecutivo de retração.

A demanda das empresas por crédito foi afetada, principalmente, pela paralisação dos caminhoneiros, interrupção do processo de aprovação das reformas necessárias — que devem ser votadas no Congresso — e eleições presidenciais.

 

No que se refere à saúde financeira do negócio, uma pesquisa apontou que 45% dos microempreendedores têm dificuldades de fazer o controle do dinheiro. Além disso, 5% informaram ignorar essa necessidade. Por isso, a meta de 9 em cada 10 entrevistados era cuidar melhor do capital empresarial em 2019.

Diante de todo esse contexto, fica claro que muitas empresas têm débitos em aberto ou dificuldades para gerenciar as finanças. Por isso, foram solicitadas 1.408 recuperações judiciais em 2018, conforme a Serasa Experian. No quesito falências, foram feitos 1.459 pedidos, sendo 761 por micro e pequenos negócios.

Para evitar o ingresso nessa estatística, é preciso conhecer as formas de sair das dívidas agora. Apresentaremos essas recomendações mais para frente. Por enquanto, vamos citar os motivos que levam a essa situação.

Quais são as principais causas de inadimplência nas empresas?

As empresas ficam com débitos em aberto por diferentes motivos. De modo geral, eles têm relação com o consumidor. Quando o cliente compra de forma parcelada e deixa de pagar sua dívida, há um desequilíbrio financeiro. Se isso acontece com diferentes vendas a prazo, o resultado é um desencaixe significativo.

Em outras palavras, a empresa tem muitas contas a pagar e poucas a receber, porque os clientes estão inadimplentes. Por isso, os fatores que, geralmente, levam a empresa a deixar de honrar os compromissos são os mesmos que geram os problemas de pagamento para o consumidor. Nesse sentido, os principais fatores que causam a falta de pagamento são os que listamos abaixo. Veja!

Compras de terceiros

O consumidor, muitas vezes, empresta o seu nome para outra pessoa comprar algo parcelado. Essa atitude é comum em períodos de alta da inadimplência, como nas crises financeiras.

O problema acontece quando o boleto ou a fatura deixa de ser pago por quem adquiriu o item. Em muitos casos, a empresa deixa de receber o dinheiro. Para ter uma ideia de como essa prática é ampla, 4 de cada 10 brasileiros já admitiram utilizar essa estratégia. Além disso, ela gera 5% da inadimplência.

Ausência de educação financeira

A educação financeira é um problema para o consumidor brasileiro. Além de existirem 61,4 milhões de consumidores com débitos em aberto, o planejamento e os investimentos costumam ser ignorados — aliás, 58% da população não tem aplicação financeira.

Esses dados evidenciam que é preciso aprofundar os conhecimentos para evitar problemas. Além disso, a educação financeira permite organizar melhor o consumo e tomar decisões mais conscientes. Tanto que o descontrole é responsável por 11% da inadimplência.

Aumento do desemprego

O crescimento do desemprego é derivado de um processo de desaquecimento econômico. Devido às dificuldades financeiras, as empresas precisam demitir. Com isso, as pessoas se endividam e deixam de gastar, o que restringe ainda mais o crédito. Vale a pena mencionar que esse fator é o principal responsável pelo inadimplemento, com 26%.

Redução da renda média

A diminuição da renda é responsável por 14% da inadimplência dos consumidores. É o segundo fator mais relevante, conforme apresentado em pesquisa da Serasa Experian já mencionada. Essa redução é derivada do desemprego, que faz as pessoas priorizarem os pagamentos e os itens de necessidades básicas no orçamento. Com o tempo, as dívidas acumuladas geram um problema significativo.

Todos esses fatores impactam o cenário das empresas. Os prejuízos são sentidos tanto nos resultados quanto na reputação, conforme veremos a partir de agora.

Como a inadimplência impacta os resultados das empresas?

As consequências geradas pela falta de honrar os compromissos em dia são variadas. Em um primeiro momento, elas são mais simples e fáceis de contornar. Com o tempo, geram um problema grande, que leva até a falência do negócio. Então, que tal saber quais são os impactos? Acompanhe os principais!

Bloqueio de consumo

A empresa que está inadimplente sofre restrições. Seu CNPJ segue para uma lista específica de maus pagadores — assim como acontece com pessoas físicas — e há dificuldades para abrir contas em bancos, utilizar cheques e fazer compras a prazo.

A parceria com fornecedores tende a ser afetada e, com o tempo, é possível haver o bloqueio dos bens devido a ações judiciais. Inclusive, a empresa pode ficar com a situação cadastral negativa, quando houver dívidas tributárias ou processos judiciais.

Dificuldade para contratar financiamentos

A obtenção de crédito para financiamentos é prejudicada com o status de empresa devedora. Isso dificulta a negociação com novos parceiros, além dos antigos, geralmente, serem afetados pela falta de cumprimento dos compromissos. Isso gera problemas de relacionamento e impede a conquista de descontos, que podem ser ofertados quando as parcelas são quitadas em dia.

Comprometimento dos processos

A falta de pagamentos das dívidas compromete diferentes atividades do negócio. A principal é o planejamento financeiro, devido à desorganização do processo. Ao mesmo tempo, isso implica demissões, ausência de criação de vagas, dispensas profissionais, suspensão de investimentos e descumprimento de contratos.

Comprometimento da obtenção de lucro

O empresário que deseja investir precisa ter dinheiro para fazer investimentos. Apostar na inovação e no desenvolvimento para crescer é uma medida fundamental, mas é comprometida pela inadimplência. Por isso, é preciso quitar as dívidas quanto antes e cuidar dos juros pagos, já que eles corroem o poder financeiro do negócio.

No longo prazo, essas questões geram perda de competitividade e mais prejuízos para o negócio, como frisamos, até a falência. Além disso, há problemas para a reputação organizacional.

E qual é o impacto na reputação?

Um dos principais prejuízos para a reputação do negócio é em relação à fidelização de clientes. Por deixar de honrar seus compromissos, a empresa vê todo seu ciclo comercial impactado. Isso implica ter problemas para captar e fidelizar consumidores, até mesmo porque se torna difícil ter produtos suficientes e de qualidade, assim como investir em estratégias de marketing.

O impacto na reputação também afeta o relacionamento com os fornecedores. Com o CNPJ negativado, o negócio deixa de fazer compras à vista e, por consequência, não consegue negociar as aquisições. Ao mesmo tempo, os parceiros interrompem possíveis descontos e facilidades de negociação.

A empresa ainda fica com o status de devedora e, por isso, perde credibilidade no mercado. Com isso, toda a possibilidade de estabelecer parcerias estratégicas é eliminada. As oportunidades também ficam para trás, porque você está impossibilitado de aproveitá-las. Em resumo, um problema que começa com o pagamento de juros devido ao atraso termina em uma situação complexa e que compromete o funcionamento da empresa.

Quais são as 6 dicas para reduzir a inadimplência da sua empresa?

Ficou claro que o inadimplemento da empresa, muitas vezes, é derivado da falta de pagamento dos clientes. Por isso, é fundamental trabalhar com base em uma política de cobrança eficiente e que esteja de acordo com a legislação.

Porém, mais que isso, é necessário adotar algumas estratégias, que ajudem a recuperar os valores perdidos e a reduzir a inadimplência dos clientes, e ainda contribuam para a empresa sair dos resultados negativos. Então, o que fazer? A resposta passa pelas dicas que apresentamos abaixo. Confira!

1. Estabeleça uma régua de cobrança efetiva

Criar uma régua de cobrança é uma forma de definir meios de lembrar o cliente sobre o pagamento e estabelecer os intervalos de tempo necessários para isso. Cada situação exige uma determinação diferente. De toda forma, é importante considerar avisos sobre atrasos, cancelamentos e suspensões.

No boleto bancário, por exemplo, vale a pena fazer um lembrete 5 dias antes do vencimento, recordar na última data para pagar, notificar sobre o atraso alguns dias depois, informar sobre possível suspensão e, então, cancelamento.

2. Ofereça uma área do cliente

Criar um ambiente específico para o cliente agiliza vários processos e fornece orientações precisas. Entre as possibilidades de recursos estão:

  • alteração de dados cadastrais;
  • modificação da forma de pagamento;
  • pesquisa e pagamento de faturas em aberto;
  • consulta de faturas anteriores já liquidadas;
  • visualização de pedidos avulsos realizados;
  • mudança do plano contratado;
  • envio de solicitações ao setor financeiro.

A área do cliente também permite obter um boleto atualizado sempre que necessário.

3. Faça uma análise de crédito detalhada

Realizar uma avaliação aprofundada para cada cliente que desejar comprar à vista é o passo essencial para eliminar a inadimplência na sua empresa. Confira a situação do consumidor e veja seu histórico de pagamentos — esses são dois indicadores de que a negociação deve ser evitada ou pode ser realizada.

4. Identifique as oscilações do mercado

Há diferentes variáveis que incentivam os consumidores a deixarem de pagar suas dívidas. Conhecer os fatores econômicos que geram essa situação — como elevação do desemprego, conflitos políticos e mais — é uma forma de evitar a concessão de crédito desnecessária.

5. Capacite os colaboradores

Treinar o pessoal que trabalha no back office é uma exigência para realizar transações mais seguras. Os profissionais desse setor, que executa atividades mais administrativas, devem estar preparados para prever riscos, fazer a análise de crédito e compatibilizar as finanças. Assim, eles conseguem perceber, por exemplo, que a necessidade de pagamento com muitas prestações indica possível insuficiência de recursos — um sinal negativo para vendas a prazo.

6. Compreenda os diferentes tipos de inadimplentes

Ser devedor não significa que todos têm um perfil igual. Cada pessoa conta com necessidades e motivos diversos — e tudo isso impacta a situação de inadimplemento. Ao compreender essas situações, fica mais fácil definir as ações a serem adotadas.

Por exemplo, alguns clientes deixam de pagar por má-fé. Outros são esquecidos. Ou seja, eles pagariam em dia, caso fossem lembrados por meio de um instrumento como uma régua de cobrança. Por sua vez, existem aqueles que passam por uma crise, mas preferem fazer um acordo. Ao realizar essa categorização, você tem uma visão mais acertada.

E o que pode ser feito para evitar?

Evitar a ocorrência dos débitos em aberto para empresas e clientes é uma necessidade constante. Além das boas práticas já mencionadas, existem outras atividades importantes a adotar. Veja quais são elas!

Use a tecnologia para mapear e definir processos

Contar com um software para automatizar as atividades e mapear as etapas pelas quais o cliente passa é a melhor atitude a ser tomada. A partir dos dados, é fácil montar um fluxograma, que permita estabelecer uma boa régua de cobrança. Junto a isso, é importante ter um profissional responsável para acompanhar a melhoria dos processos.

Ao fazer a otimização da régua de cobrança e verificar diferentes meios de contato com o cliente, você também tem a chance de definir as etapas a serem seguidas. Por isso, é fundamental contar com um sistema automatizado.

Vale a pena ainda investir na cobrança digital, por exemplo, por meio de um chatbot. Nesse caso, o próprio sistema envia o boleto e a fatura para pagamento. Ao mesmo tempo, essa abordagem é eficiente por ser mais amigável e respeitosa, já que apenas um SMS ou e-mail é encaminhado, sem ser invasivo.

Acompanhe os números com frequência

Monitore os números importantes para o negócio, como volume total de clientes, quantos e quais estão inadimplentes, quais são os motivos que levam ao atraso e como é possível efetivar melhorias e falhas.

A ideia é identificar tendências, por exemplo, um problema referente à data de vencimento ou em uma categoria específica. Ao obter esses insights, você sabe de que maneira agir e gera relatórios interessantes, que vão subsidiar as tomadas de decisão no futuro.

Mais que isso, ser minucioso com os recebimentos permite adotar estratégias para evitar um calote maior. Quando o pagamento já está com 45 a 90 dias de atraso, por exemplo, a recuperação já fica em torno de 60%. Ao agir de maneira proativa, você consegue ser flexível e, ao mesmo tempo, tomar medidas drásticas quando necessário.

Quais são as soluções Serasa para a saúde financeira da sua empresa?

Neste post falamos que a tecnologia é importante para evitar a inadimplência dos clientes e, por consequência, da sua empresa. Porém, é preciso saber quais são as melhores soluções, certo? Agora vamos apresentar duas, que farão a diferença para o seu negócio. Entenda mais a seguir!

Consulta Serasa

O Consulta Serasa permite verificar o CNPJ e o CPF de clientes e fornecedores para você fazer negociações com segurança. A ideia é reduzir o nível de inadimplência ao evitar a concessão de crédito para parceiros que trazem risco ao negócio. Assim, você sabe se é melhor vender à vista ou a prazo.

Isso acontece porque você tem a chance de consultar o histórico financeiro do cliente. Com os dados repassados, entende o momento do fornecedor e toma decisões acertadas. No caso da análise de CNPJ, por exemplo, você verifica endereços, possíveis protestos, o score do Serasa, dívidas em bancos e empresas, situação da empresa, informações societárias e mais.

Por sua vez, a consulta de CPF oferece as mesmas informações, porém em relação a pessoas físicas. Além disso, o sistema pode ser acessado por meio de planos mensais ou compra de créditos avulsos.

Saúde do seu Negócio

Esse software foi criado para Microempreendedores Individuais (MEIs) e Microempresas (MEs) visualizarem qual é sua situação no mercado e a saúde financeira, bem como a compreender de que forma é possível melhorar o contexto em que estão inseridas. Por isso, é um sistema completo, que oferece informações detalhadas e um plano de ação com melhores práticas a serem aplicadas.

Os principais benefícios ao usar o Saúde do seu Negócio são:

  • identificação de dívidas vencidas negativadas;
  • consultas a Serasa, para saber quais empresas pesquisaram seu CPF ou CNPJ;
  • informações cadastrais;
  • obtenção do plano de ação;
  • uso da calculadora do endividamento para detectar qual é o nível de comprometimento do faturamento do negócio.

Perceba que, nesse caso, a consulta de CPF ou CNPJ está impedida, porque você visualiza as informações referentes à sua empresa. Portanto, as duas soluções são complementares e vale a pena utilizá-las para atingir melhores resultados.

Agora que você leu todo este post, já sabe o que fazer para reduzir a inadimplência, evitar os pagamentos em aberto da sua empresa e dos clientes, a fim de equilibrar o financeiro. Aproveite as dicas e coloque todas elas em prática!

E se você quer aproveitar o Consulta Serasa ou o Saúde do seu Negócio, entre em contato conosco! Fale com um de nossos representantes e veja como sua empresa pode se beneficiar das boas práticas!

Publicada em 10/06/2019 - Fonte: Serasa Empreendedor
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